Ao combinar a gestão estatal com o capital e a experiência do setor privado, Michelle Phillips, CEO da Transnet, imagina uma Transnet que não só recupere o desempenho operacional, mas também atue como catalisador de uma recuperação económica mais ampla.
Citação literal: Michelle Phillips, CEO da Transnet
Sobre a necessidade do capital privado: «Nem a Transnet nem o governo têm dinheiro para resolver isto sozinhos. É por isso que a participação do setor privado é essencial.»Sobre a participação privada versus a privatização: «Queremos que o setor privado participe nos nossos negócios, não há dúvida quanto a isso, mas não se trata de privatização. Trata-se de parceria.»
Sobre a recuperação da logística de exportação: «Se a Transnet funcionar, a economia funciona. A nossa missão é restaurar o sistema ferroviário e portuário para que os exportadores sul-africanos possam voltar a competir a nível mundial.»
Sobre a recuperação dos volumes de carga: «É fundamental estabilizar a rede e fazer com que os volumes voltem a circular; assim que a fiabilidade melhorar, o investimento e o crescimento seguir-se-ão.»
Sobre o impacto económico mais amplo da reforma logística: «Melhorar o sistema logístico é uma das formas mais rápidas de impulsionar o crescimento na África do Sul, uma vez que facilita diretamente as exportações dos setores da mineração, da agricultura e da indústria transformadora.»
Segundo Phillips, o caminho da África do Sul para a recuperação económica, em particular nos setores da mineração e das exportações, depende em grande medida de parcerias com o setor privado. Ao discursar na Investing in African Mining Indaba 2026 e Entrevista à MITV, Phillips salientou que a reconstrução das infraestruturas ferroviárias, portuárias e logísticas do país não pode ser levada a cabo apenas pelo Estado.
«Nem a Transnet nem o governo dispõem de recursos financeiros para resolver esta situação sozinhos. É por isso que a participação do setor privado é essencial», afirmou Phillips durante um painel de debate centrado nas infraestruturas e na logística mineira. As observações de Phillips surgiram no contexto do ambicioso programa de recuperação da Transnet, que visa estabilizar os volumes de carga, modernizar corredores-chave e garantir que os exportadores sul-africanos possam competir a nível global. Ela salientou que o sucesso da Transnet está intrinsecamente ligado a um crescimento económico mais alargado, particularmente em setores impulsionados pelas exportações, como a mineração, a agricultura e a indústria transformadora. “Se a Transnet funcionar, a economia funciona. A nossa tarefa é restaurar o sistema ferroviário e portuário para que os exportadores sul-africanos possam voltar a competir a nível global”, observou Phillips.
Na Mining Indaba 2026, Phillips participou em várias sessões que analisaram a forma como a colaboração público-privada pode desbloquear o potencial mineiro de África. Partilhou as suas perspetivas sobre a abordagem da Transnet ao envolvimento do setor privado, incluindo concessões de infraestruturas, empreendimentos conjuntos de manutenção e operações ferroviárias seletivas por terceiros. Estas medidas, afirmou, foram concebidas para atrair capital e conhecimentos operacionais, mantendo ao mesmo tempo intacta a propriedade estatal. «Queremos que o setor privado se envolva no nosso negócio, não há dúvida quanto a isso, mas não se trata de privatização. Trata-se de parceria», afirmou ela perante uma audiência ao vivo composta por executivos do setor mineiro, investidores e decisores políticos.
Phillips salientou ainda que a urgência da reforma logística é amplificada pelo papel do continente nas cadeias de abastecimento globais, especialmente no que diz respeito aos minerais essenciais para a transição energética. Ao melhorar a fiabilidade dos serviços ferroviários e portuários, a Transnet espera permitir que as empresas mineiras aumentem a produção e reduzam os estrangulamentos que, historicamente, têm prejudicado a competitividade da África do Sul. «Estabilizar a rede e fazer com que os volumes voltem a circular é fundamental; assim que a fiabilidade melhorar, o investimento e o crescimento seguir-se-ão», afirmou, destacando os primeiros sucessos na recuperação do volume de carga.
A sua participação na Indaba também sublinhou a importância da colaboração entre governos, empresas mineiras e investidores. Phillips apelou às partes interessadas do setor para que encarem as infraestruturas não como um centro de custos, mas sim como uma alavanca para o crescimento económico e o desenvolvimento industrial. «Melhorar o sistema logístico é uma das formas mais rápidas de impulsionar o crescimento na África do Sul, pois facilita diretamente as exportações dos setores mineiro, agrícola e industrial», concluiu.
Ao combinar a gestão estatal com o capital e a experiência do setor privado, Phillips imagina uma Transnet que não só recupere o desempenho operacional, mas também atue como um catalisador para uma recuperação económica mais ampla. A sua participação na Indaba reforçou a mensagem de que as parcerias estratégicas são fundamentais para libertar o potencial mineiro de África e construir economias resilientes e orientadas para a exportação.








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