Impulsionar o investimento sustentável na indústria mineira africana

Greg McFarlane

Parcerias globais Mitiga Solutions

Greg McFarlane é um líder experiente na área da tecnologia, com vasta experiência na criação e expansão de alianças estratégicas para startups em fase inicial. Na Mitiga Solutions, líder europeia em inteligência de risco climático, Greg trabalha na intersecção entre tecnologia, dados e estratégia empresarial – estabelecendo ecossistemas de parcerias que permitem às organizações integrar soluções baseadas em dados e fornecer insights acionáveis para a resiliência climática face a riscos naturais. Greg é licenciado em Matemática e Estatística e possui mais de 10 anos de experiência no panorama das plataformas de dados e IA.


Sessões da Agenda de 2026

Risco climático? E DAÍ. Para além dos relatórios: reduzir o risco onde é realmente importante.

Em todos os setores, as empresas têm dedicado tempo e recursos à avaliação dos riscos climáticos – muitas vezes apenas para cumprir a legislação. O resultado? 

  • A crescente frustração com os relatórios ESG, que parecem mais burocracia do que progresso. 
  • Avaliações demasiado genéricas para orientar decisões operacionais concretas. 
  • Uma abordagem limitada aos riscos ao nível das instalações, quando as maiores exposições se situam frequentemente ao longo da cadeia de valor, fora do controlo direto. 

É hora de mudar a mentalidade – de cumprir formalidades para reduzir riscos reais. Esta sessão irá explorar como as empresas podem transformar as avaliações de riscos climáticos em ferramentas pragmáticas e baseadas em dados que proporcionem valor comercial mensurável, e não apenas relatórios. 

Terça-feira, 10 de fevereiro 09:00 - 10:30 Palco Red Sea (CTICC1 – 1.º andar)

Adicionar ao calendário 10/02/2026 09:00 10/02/2026 10:30 Risco climático? E DAÍ. Para além dos relatórios: reduzir o risco onde é realmente importante.

Em todos os setores, as empresas têm dedicado tempo e recursos à avaliação dos riscos climáticos – muitas vezes apenas para cumprir a legislação. O resultado? 

  • A crescente frustração com os relatórios ESG, que parecem mais burocracia do que progresso. 
  • Avaliações demasiado genéricas para orientar decisões operacionais concretas. 
  • Uma abordagem limitada aos riscos ao nível das instalações, quando as maiores exposições se situam frequentemente ao longo da cadeia de valor, fora do controlo direto. 

É hora de mudar a mentalidade – de cumprir formalidades para reduzir riscos reais. Esta sessão irá explorar como as empresas podem transformar as avaliações de riscos climáticos em ferramentas pragmáticas e baseadas em dados que proporcionem valor comercial mensurável, e não apenas relatórios. 

Palco do Mar Vermelho (CTICC1 – 1.º andar) África/Joanesburgo