Impulsionando o investimento sustentável na mineração africana

Judy Hofmeyr

Membro sénior: Minerais e Desenvolvimento Instituto de Investigação Política Africana

Judy lidera o Programa Mineral e Desenvolvimento da APRI, que explora como os minerais africanos podem ser geridos para apoiar a transformação estrutural, a industrialização e o desenvolvimento inclusivo. Recentemente, concluiu o doutoramento no Instituto de Desenvolvimento Global da Universidade de Manchester, onde a sua investigação se centrou na gestão dos recursos naturais e nas políticas de desenvolvimento. A sua tese examinou a aplicação de normas internacionais de negócios e direitos humanos nas indústrias extrativas de África, com especial atenção para a forma como as leis rígidas e flexíveis estão a ser reformuladas pela transição energética e as suas repercussões sociais para as comunidades africanas. Judy também é investigadora no Instituto de Direitos Humanos e Negócios (IHRB), onde o seu trabalho aborda questões de responsabilidade corporativa, transições justas e responsabilização nas cadeias de abastecimento globais. Antes de regressar à academia, Judy passou sete anos a trabalhar no setor mineiro da África Austral, realizando e gerindo projetos na África do Sul, Zâmbia, Namíbia, Tanzânia e Botsuana. Ela começou a sua carreira mediando disputas comunitárias relacionadas com minas antes de se juntar à equipa de mineração da Deloitte África como consultora. Judy tem uma vasta experiência de trabalho direto com atores comunitários, empresariais e políticos. Através de projetos e pesquisas realizados em várias jurisdições mineiras na África Austral, ela desenvolveu uma profunda visão prática sobre o desafio de equilibrar interesses económicos, justiça social e sustentabilidade ambiental nas políticas e práticas. Judy possui mestrado em Violência, Conflito e Desenvolvimento pela SOAS (Universidade de Londres), licenciatura com honras em Ciências Políticas pela UNISA e bacharelato em Direito e diploma de pós-graduação em Comunicação pela Universidade de Stellenbosch.
 


Sessões da Agenda 2026

O que está a impedir a África de construir infraestruturas em grande escala com rapidez e amplitude?

Apesar do crescente interesse do capital, a entrega de infraestruturas continua a enfrentar barreiras de execução e confiança. Esta discussão examina como estruturas de governança mais claras, mecanismos de transparência, monitorização digital e envolvimento da comunidade podem reduzir riscos, fortalecer a confiança dos investidores e possibilitar a entrega de projetos mais rápida e confiável. 

Terça-feira, 10 de fevereiro 15h45 - 16h30 Palco Sahara (CTICC2 - 2.º andar)

Adicionar ao calendário 10/02/2026 15:45 10/02/2026 16:30 O que está a impedir a África de construir infraestruturas em grande escala com rapidez e amplitude?

Apesar do crescente interesse do capital, a entrega de infraestruturas continua a enfrentar barreiras de execução e confiança. Esta discussão examina como estruturas de governança mais claras, mecanismos de transparência, monitorização digital e envolvimento da comunidade podem reduzir riscos, fortalecer a confiança dos investidores e possibilitar a entrega de projetos mais rápida e confiável. 

Palco Sahara (CTICC2 - Nível 2) África/Joanesburgo