Impulsionando o investimento sustentável na mineração africana

Marco Pagnini

MD, EMEA dss+

Parceria com organizações ambiciosas e complexas para salvar vidas e construir negócios sustentáveis e resilientes. Em seus mais de 20 anos de experiência profissional, Marco tem trabalhado com clientes em todo o mundo (Europa, Oriente Médio, África Subsaariana, América do Norte e América Latina, Ásia) para impulsionar mudanças transformacionais, desde a alta administração até a linha de frente. Como membro da equipa de liderança executiva da dss+, lidera a região EMEA da dss+, trabalhando em conjunto com a equipa para impulsionar a transformação da própria dss+, para melhor servir os clientes e desenvolver o talento interno. A curiosidade, o espírito empreendedor e uma mentalidade de aprendizagem contínua sustentam o seu trabalho.


Sessões da Agenda 2026

Risco climático? E DAÍ? Além dos relatórios: reduzindo o risco onde é importante

Em todos os setores, as empresas têm investido tempo e recursos em avaliações de risco climático – muitas vezes por uma questão de conformidade. O resultado? 

  • Frustração crescente com os relatórios ESG, que parecem mais burocracia do que progresso. 
  • Avaliações demasiado genéricas para orientar decisões operacionais reais. 
  • Um foco restrito nos riscos ao nível do local, enquanto as maiores exposições se encontram frequentemente ao longo da cadeia de valor, para além do controlo direto. 

É hora de mudar a mentalidade – de marcar caixas para reduzir riscos reais. Esta sessão explorará como as empresas podem transformar as avaliações de risco climático em ferramentas pragmáticas e baseadas em dados que proporcionam valor comercial mensurável, e não apenas relatórios. 

Terça-feira, 10 de fevereiro 09:00 - 10:30 Palco Mar Vermelho (CTICC1 – Nível 1)

Adicionar ao calendário 10/02/2026 09:00 10/02/2026 10:30 Risco climático? E DAÍ? Além dos relatórios: reduzindo o risco onde é importante

Em todos os setores, as empresas têm investido tempo e recursos em avaliações de risco climático – muitas vezes por uma questão de conformidade. O resultado? 

  • Frustração crescente com os relatórios ESG, que parecem mais burocracia do que progresso. 
  • Avaliações demasiado genéricas para orientar decisões operacionais reais. 
  • Um foco restrito nos riscos ao nível do local, enquanto as maiores exposições se encontram frequentemente ao longo da cadeia de valor, para além do controlo direto. 

É hora de mudar a mentalidade – de marcar caixas para reduzir riscos reais. Esta sessão explorará como as empresas podem transformar as avaliações de risco climático em ferramentas pragmáticas e baseadas em dados que proporcionam valor comercial mensurável, e não apenas relatórios. 

Palco Mar Vermelho (CTICC1 – Nível 1) África/Joanesburgo