Michelle Phillips
GCE Transnet SOC
A advogada Michelle Phillips é a atual Diretora Executiva do Grupo Transnet SOC Ltd, tendo assumido este cargo a partir de 1 de março de 2024. Conta com 26 anos de experiência na Transnet e um historial comprovado na melhoria dos negócios e das operações. Desde a sua nomeação, Michelle tem sido fundamental para a estabilização da Transnet e para o posicionamento da organização para o crescimento num ambiente logístico dinâmico. Desempenhou um papel-chave na condução da Transnet através de desafios complexos que exigiram um envolvimento proativo com múltiplas partes interessadas para construir confiança. Durante o seu mandato, a Transnet implementou com sucesso um Plano de Recuperação de 18 meses, levando a ganhos operacionais e financeiros notáveis, incluindo melhorias nos volumes ferroviários, no desempenho portuário, nas despesas de capital e no desempenho financeiro. No que diz respeito às reformas institucionais e à participação do setor privado, os principais marcos sob a sua liderança incluem a separação vertical da Transnet Freight Rail (TFR) numa empresa operadora e num gestor de infraestruturas, marcando um passo crucial para a implementação do acesso de terceiros à rede ferroviária do país. Um dos principais focos da Transnet tem sido a renovação de infraestruturas portuárias críticas para melhorar a eficiência, reduzir o congestionamento e aumentar a capacidade nos portos. Antes de assumir o cargo de Diretora Executiva do Grupo, Michelle foi Diretora Executiva da Transnet Pipelines, uma empresa que gere e opera 3 800 km de oleodutos e gasodutos subterrâneos de alta pressão. Nesta função, foi responsável por garantir a segurança do abastecimento ao mercado. Passou mais de 20 anos no setor portuário, em funções como Consultora Jurídica, Diretora-Geral: Comercial e Planeamento e, por fim, Diretora Executiva Interina da Transnet Port Terminals. Michelle é advogada admitida no Supremo Tribunal, com um B.Juris LLB pela Universidade Nelson Mandela (Port Elizabeth). Concluiu com sucesso vários programas de desenvolvimento de liderança executiva através do GIBS e do IMD, bem como participou em vários programas internacionais de operações portuárias.
Sessões da Agenda de 2026
Progresso através de parcerias com o setor privado: impulsionar a recuperação económica
A recuperação económica da África do Sul depende de uma colaboração sólida entre os setores público e privado. Este painel analisa como as parcerias estratégicas podem impulsionar o crescimento, reforçar a resiliência e posicionar a economia para a competitividade a longo prazo – destacando o papel fundamental do setor privado, especialmente da indústria mineira, na resolução de desafios sistémicos e na construção de uma economia resiliente e competitiva para o futuro.
Principais áreas de discussão:
Gestão logística e recuperação de infraestruturas
O envolvimento do setor privado começou a aliviar a crise logística, mas o que se segue? Como pode a mineração continuar a impulsionar melhorias nos sistemas ferroviários e portuários como parte de uma estratégia de recuperação mais ampla?
Transição energética e capacidade de transmissão
As parcerias entre produtores de carvão, agentes privados e o governo são fundamentais para avançar em duas prioridades: a transição energética justa e a expansão da infraestrutura de transmissão. Como podem estas colaborações equilibrar a sustentabilidade com os imperativos económicos?
Beneficiamento e valorização
A criação de um ambiente propício ao beneficiamento de minerais é essencial para agregar valor a nível local e global. Que políticas e parcerias tornarão isto possível?
Terça-feira, 10 de fevereiro 11h00 - 12h15 Palco Red Sea (CTICC1 – 1.º andar)
A recuperação económica da África do Sul depende de uma colaboração sólida entre os setores público e privado. Este painel analisa como as parcerias estratégicas podem impulsionar o crescimento, reforçar a resiliência e posicionar a economia para a competitividade a longo prazo – destacando o papel fundamental do setor privado, especialmente da indústria mineira, na resolução de desafios sistémicos e na construção de uma economia resiliente e competitiva para o futuro.
Principais áreas de discussão:
Gestão logística e recuperação de infraestruturas
O envolvimento do setor privado começou a aliviar a crise logística, mas o que se segue? Como pode a mineração continuar a impulsionar melhorias nos sistemas ferroviários e portuários como parte de uma estratégia de recuperação mais ampla?
Transição energética e capacidade de transmissão
As parcerias entre produtores de carvão, agentes privados e o governo são fundamentais para avançar em duas prioridades: a transição energética justa e a expansão da infraestrutura de transmissão. Como podem estas colaborações equilibrar a sustentabilidade com os imperativos económicos?
Beneficiamento e valorização
A criação de um ambiente propício ao beneficiamento de minerais é essencial para agregar valor a nível local e global. Que políticas e parcerias tornarão isto possível?








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