Rudi Churr
Diretor de Fiscalidade Valterra Platinum
Rudi Churr lidera a área fiscal da Valterra Platinum Limited, onde é responsável pela estratégia fiscal, planeamento, conformidade, governação e relações com as autoridades fiscais em todas as jurisdições onde o Grupo opera. Com mais de 25 anos de experiência na área fiscal, Rudi traz um vasto conhecimento em tributação sul-africana e internacional, com especial enfoque na indústria mineira. Na sua função, Rudi desenvolve e implementa estratégias fiscais que se alinham com os objetivos empresariais mais amplos da Valterra Platinum e com as prioridades de criação de valor a longo prazo. Supervisiona e orienta também uma equipa de profissionais fiscais, garantindo a execução de processos fiscais eficientes, precisos e em conformidade em toda a organização. Antes de ingressar na Valterra Platinum Limited, Rudi desempenhou as funções de Diretor Fiscal – África e Austrália na Anglo American, onde adquiriu uma vasta experiência na gestão de questões fiscais complexas e multijurisdicionais num ambiente mineiro global. Rudi é reconhecido pela sua visão estratégica, forte enfoque na governação e capacidade de navegar por cenários fiscais em evolução, apoiando simultaneamente o crescimento do negócio e a conformidade regulamentar.
Sessões da Agenda de 2026
Reformas fiscais em toda a África: novas abordagens mutuamente benéficas para estimular o investimento e o emprego no setor mineiro
As reformas fiscais internacionais do G-20/OCDE, acordadas pela maioria dos países ricos em recursos, representam a maior ruptura nas normas fiscais internacionais dos últimos 100 anos. Estas reformas, aliadas às perturbações nos mercados decorrentes da transição energética, exigirão novas abordagens em matéria de tributação, tanto por parte dos contribuintes como dos governos.
A harmonização internacional através do imposto mínimo global (Segundo Pilar das Reformas da OCDE) exigirá que os países procurem melhores formas de administrar os seus sistemas fiscais no que diz respeito às empresas multinacionais. Este painel irá explorar formas de melhorar os procedimentos de conformidade e a transparência, com vista a otimizar a cobrança de receitas e a convergência com as novas normas internacionais.
Além disso, o painel irá debater as implicações fiscais e orçamentais das perturbações relacionadas com a transição energética. A necessidade em rápido crescimento de minerais críticos para veículos elétricos e baterias representa grandes oportunidades, mas também riscos elevados. Existe incerteza quanto às condições de mercado e à tecnologia e inovação futuras, que poderão tornar as baterias do futuro menos dependentes de minerais críticos. Como é que os investidores/contribuintes e os governos partilham os benefícios e os riscos de forma a atrair mais investimentos?
Quarta-feira, 11 de fevereiro 14h30 - 15h30 Palco Serengeti (CTICC2 - 3.º andar)
As reformas fiscais internacionais do G-20/OCDE, acordadas pela maioria dos países ricos em recursos, representam a maior ruptura nas normas fiscais internacionais dos últimos 100 anos. Estas reformas, aliadas às perturbações nos mercados decorrentes da transição energética, exigirão novas abordagens em matéria de tributação, tanto por parte dos contribuintes como dos governos.
A harmonização internacional através do imposto mínimo global (Segundo Pilar das Reformas da OCDE) exigirá que os países procurem melhores formas de administrar os seus sistemas fiscais no que diz respeito às empresas multinacionais. Este painel irá explorar formas de melhorar os procedimentos de conformidade e a transparência, com vista a otimizar a cobrança de receitas e a convergência com as novas normas internacionais.
Além disso, o painel irá debater as implicações fiscais e orçamentais das perturbações relacionadas com a transição energética. A necessidade em rápido crescimento de minerais críticos para veículos elétricos e baterias representa grandes oportunidades, mas também riscos elevados. Existe incerteza quanto às condições de mercado e à tecnologia e inovação futuras, que poderão tornar as baterias do futuro menos dependentes de minerais críticos. Como é que os investidores/contribuintes e os governos partilham os benefícios e os riscos de forma a atrair mais investimentos?








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