Tommy Horton
Vice-presidente de Relações com Investidores e Desenvolvimento Corporativo Ivanhoe Mines
Tommy Horton conta com mais de 20 anos de experiência no setor mineiro. Iniciou a sua carreira como engenheiro mecânico em projetos para a Freeport-McMoRan, a Nutrien e a BHP, com foco no processamento de metais básicos e potássio. Desde então, Tommy desempenhou várias funções nas áreas de desenvolvimento corporativo e relações com investidores, desenvolvendo e financiando projetos de mineração de minerais essenciais e metais preciosos em África, na Europa e na América do Norte. Tommy integrou a equipa de relações com investidores e desenvolvimento corporativo da Ivanhoe Mines em 2022, com sede em Londres. Durante o seu tempo na Ivanhoe Mines, foram concluídos com sucesso vários projetos de capital significativos, incluindo a expansão da Fase 3 e a fundição de cobre com capacidade para 500 000 toneladas por ano no Complexo de Cobre de Kamoa-Kakula na RDC, o novo concentrador e a reabilitação da mina subterrânea na mina de zinco de Kipushi, também na RDC, e a Fase 1 da mina de platina-paládio-níquel-ródio-cobre-ouro de Platreef, na África do Sul. Além disso, a quarta maior descoberta de cobre do mundo na última década foi feita no projeto de exploração Western Forelands, na RDC. Além disso, durante o seu mandato na Ivanhoe Mines, Tommy esteve envolvido em mais de mil milhões de dólares em financiamentos de capital e 750 milhões de dólares em financiamentos de dívida. Tommy possui um mestrado em engenharia mecânica pela Universidade de Manchester e um MBA pela London Business School.
Sessões da Agenda de 2026
A reorientação dos investimentos da China – o que isso significa para os projetos mineiros africanos
A abordagem da China ao investimento no setor mineiro africano está a passar por uma transformação silenciosa, passando de megacontratos de grande visibilidade e impulsionados pelo Estado para investimentos mais discretos e estruturados comercialmente, liderados por empresas privadas. Este painel explora o que esta mudança significa para os governos africanos e para as pequenas empresas mineiras que procuram capital. Poderá o investimento chinês desempenhar um papel significativo na construção de cadeias de valor regionais? Como será uma parceria «à prova do futuro» com a China em 2026? E existe um potencial real para a colaboração trilateral entre investidores chineses, operadores africanos e instituições financeiras de desenvolvimento ocidentais numa era de concorrência estratégica?
Terça-feira, 10 de fevereiro 13h15 - 14h00 Palco River Nile (CTICC1 - Piso térreo - Investment Village)
Investimento
A abordagem da China ao investimento no setor mineiro africano está a passar por uma transformação silenciosa, passando de megacontratos de grande visibilidade e impulsionados pelo Estado para investimentos mais discretos e estruturados comercialmente, liderados por empresas privadas. Este painel explora o que esta mudança significa para os governos africanos e para as pequenas empresas mineiras que procuram capital. Poderá o investimento chinês desempenhar um papel significativo na construção de cadeias de valor regionais? Como será uma parceria «à prova do futuro» com a China em 2026? E existe um potencial real para a colaboração trilateral entre investidores chineses, operadores africanos e instituições financeiras de desenvolvimento ocidentais numa era de concorrência estratégica?
Palco do Rio Nilo (CTICC1 - Piso térreo - Investment Village) África/Joanesburgo








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