um presidente, um primeiro-ministro, dois primeiros-ministros provinciais, três secretários de Estado, dez embaixadores e 38 ministros
6 de fevereiro de 2020. Esta semana, 40 países africanos estiveram representados no evento Investing in African Mining Indaba, na Cidade do Cabo, para promover os seus setores de mineração a um público global de investidores, fornecedores e outras partes interessadas importantes.
A sua participação de alto nível incluiu um presidente, um primeiro-ministro, dois primeiros-ministros provinciais, três secretários de Estado, dez embaixadores e 38 ministros.
Ao longo dos anos, o Investing in Africa Mining Indaba tornou-se a plataforma preferida dos líderes dos ministérios da mineração e dos países para destacar os aspetos de reforma, política, oportunidade e inovação que falam de mitigação de riscos para atrair o interesse dos investidores e posicionar o seu país de forma favorável no mapa da mineração continental.
No dia de abertura do evento, o Presidente da Serra Leoa, Sua Excelência Julius Maada Bio, proferiu um discurso de abertura destacando as reformas fiscais, questões legais e regulatórias, infraestrutura e tecnologia do país, bem como a futura força de trabalho mineira. Ele falou sobre como a Serra Leoa planeia fortalecer os sistemas de gestão financeira pública e as instituições multilaterais para tornar a economia mais resiliente por meio da diversificação.
O ministro dos Recursos Minerais e Energiada África do Sul, Gwede Mantashe, que abriu esta26.ª edição do Investing in African Mining Indaba, aproveitou a oportunidade para abordar uma questão atual no setor mineiro, nomeadamente a autogeração de energia pelas empresas mineiras. Afirmou que o governo reconhece que a energia privada, particularmente para autogeração, é essencial para colmatar o défice energético e irá agora permitir que as empresas mineiras criem os seus próprios projetos. Referiu ainda uma possível iniciativa do governo para criar uma nova empresa estatal de energia para «apoiar» a Eskom.
Mantashe acrescentou que o governo está empenhado em trabalhar com os investidores para melhorar a certeza política e regulamentar.
O primeiro-ministroda República Democrática do Congo, Sylvestre Llunga Ilunkamba, e o ministro das Minas, Willy Kitobo Samsoni, representaram a RDC no evento.
O primeiro-ministro Sylvestre Llunga Ilunkamba apelou a todas as partes interessadas para que respeitem as alterações introduzidas no código mineiro do país em 2018, uma vez que o nacionalismo dos recursos continua a ser um tema dominante na indústria mineira africana.
A agenda para quarta-feira, 3 de fevereiro, incluiu uma oportunidade de um dia inteiro para os líderes dos ministérios de mineração de vários países partilharem as melhores práticas e lições aprendidas sob a bandeira de uma Cimeira Intergovernamental. Painéis de discussão, palestras e sessões de perguntas e respostas levaram a um diálogo aberto e a uma interação significativa que promete fortalecer as relações internacionais.
Insights práticos sobre o trabalho que está a ser realizado em vários países para promover o seu perfil mineiro completo foram partilhados por meio de estudos de caso diários com líderes nacionais e executivos de empresas mineiras. Serra Leoa, Arábia Saudita, África do Sul, Nigéria, Etiópia, Angola, Mali, Senegal, Guiné, República Democrática do Congo e Costa do Marfim foram alguns dos países apresentados desta forma. Mais de um estudo de caso destacou a importância da mineração como catalisador da colaboração regional e suscitou o tipo de conversas pelas quais a Investing in Africa Mining Indaba se tornou famosa.
A sua participação de alto nível incluiu um presidente, um primeiro-ministro, dois primeiros-ministros provinciais, três secretários de Estado, dez embaixadores e 38 ministros.
Ao longo dos anos, o Investing in Africa Mining Indaba tornou-se a plataforma preferida dos líderes dos ministérios da mineração e dos países para destacar os aspetos de reforma, política, oportunidade e inovação que falam de mitigação de riscos para atrair o interesse dos investidores e posicionar o seu país de forma favorável no mapa da mineração continental.
No dia de abertura do evento, o Presidente da Serra Leoa, Sua Excelência Julius Maada Bio, proferiu um discurso de abertura destacando as reformas fiscais, questões legais e regulatórias, infraestrutura e tecnologia do país, bem como a futura força de trabalho mineira. Ele falou sobre como a Serra Leoa planeia fortalecer os sistemas de gestão financeira pública e as instituições multilaterais para tornar a economia mais resiliente por meio da diversificação.
O ministro dos Recursos Minerais e Energiada África do Sul, Gwede Mantashe, que abriu esta26.ª edição do Investing in African Mining Indaba, aproveitou a oportunidade para abordar uma questão atual no setor mineiro, nomeadamente a autogeração de energia pelas empresas mineiras. Afirmou que o governo reconhece que a energia privada, particularmente para autogeração, é essencial para colmatar o défice energético e irá agora permitir que as empresas mineiras criem os seus próprios projetos. Referiu ainda uma possível iniciativa do governo para criar uma nova empresa estatal de energia para «apoiar» a Eskom.
Mantashe acrescentou que o governo está empenhado em trabalhar com os investidores para melhorar a certeza política e regulamentar.
O primeiro-ministroda República Democrática do Congo, Sylvestre Llunga Ilunkamba, e o ministro das Minas, Willy Kitobo Samsoni, representaram a RDC no evento.
O primeiro-ministro Sylvestre Llunga Ilunkamba apelou a todas as partes interessadas para que respeitem as alterações introduzidas no código mineiro do país em 2018, uma vez que o nacionalismo dos recursos continua a ser um tema dominante na indústria mineira africana.
A agenda para quarta-feira, 3 de fevereiro, incluiu uma oportunidade de um dia inteiro para os líderes dos ministérios de mineração de vários países partilharem as melhores práticas e lições aprendidas sob a bandeira de uma Cimeira Intergovernamental. Painéis de discussão, palestras e sessões de perguntas e respostas levaram a um diálogo aberto e a uma interação significativa que promete fortalecer as relações internacionais.
Insights práticos sobre o trabalho que está a ser realizado em vários países para promover o seu perfil mineiro completo foram partilhados por meio de estudos de caso diários com líderes nacionais e executivos de empresas mineiras. Serra Leoa, Arábia Saudita, África do Sul, Nigéria, Etiópia, Angola, Mali, Senegal, Guiné, República Democrática do Congo e Costa do Marfim foram alguns dos países apresentados desta forma. Mais de um estudo de caso destacou a importância da mineração como catalisador da colaboração regional e suscitou o tipo de conversas pelas quais a Investing in Africa Mining Indaba se tornou famosa.








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