No fim de semana, 60 corredores de 17 países desceram mais de um quilómetro abaixo da superfície da Terra para participar numa prova de resistência verdadeiramente extraordinária: a maratona mais profunda do mundo.
A maratona decorreu no interior da mina de Garpenberg, da Boliden, na Suécia central. O evento bateu dois recordes mundiais do Guinness e destacou não só a resiliência humana, mas também o nível de sofisticação e segurança da mineração subterrânea moderna.
Organizada pela Boliden, em parceria com o Conselho Internacional de Mineração e Metais (ICMM) e a BecomingX, a maratona decorreu a 1 120 metros abaixo do nível do mar, numa das explorações mineiras mais antigas e avançadas do mundo. Os corredores completaram 11 voltas num percurso de 3,84 km através dos túneis mal iluminados de Garpenberg, percorrendo a distância total de 42,195 km da maratona em condições que poucos atletas alguma vez irão experimentar. As temperaturas rondavam os 30 °C, a humidade era elevada e os níveis de oxigénio eram mais baixos do que à superfície — um contraste gritante com os ambientes convencionais de maratona.
«Foi um privilégio acolher a maratona mais profunda do mundo numa mina em funcionamento que simboliza a exploração mineira moderna, segura e responsável», afirmou Mikael Staffas, presidente e diretor executivo da Boliden. «Este evento demonstra o que é possível alcançar quando a inovação, a segurança e o espírito humano se unem no subsolo.»
A mina de Garpenberg, da Boliden, revelou-se o local ideal. Sendo uma das minas mais antigas da Suécia — em funcionamento contínuo desde o século XIII —, conta hoje entre as operações subterrâneas mais avançadas tecnologicamente e mais seguras do mundo. Os seus modernos sistemas de ventilação, monitorização e comunicação permitiram a realização de um evento de grande escala sem interromper a produção mineira regular.
À medida que os corredores saíam do túnel profundo, cada passo representava mais do que uma conquista pessoal. Representava uma afirmação: que a indústria mineira atual é capaz de acolher um dos desafios desportivos mais difíceis nos ambientes mais exigentes — e, ainda assim, manter elevados padrões de segurança, supervisão e compromisso com a comunidade. Para os observadores do setor, isto oferece uma narrativa única: rara, dramática e simbólica de como a indústria mineira continua a evoluir.
• Kumba Iron Ore
• Glencore
• AngloGold Ashanti
• Hindustan Zinc
Entre os participantes contavam-se profissionais do setor mineiro, engenheiros e representantes de empresas. O evento foi patrocinado pela Teck, pelo World Gold Council e pela Hindustan Zinc.
«Correr uma maratona é difícil, mas fazê-lo a 1 120 metros abaixo do nível do mar levou os participantes ao limite. Trata-se de provar o que é possível quando ultrapassamos os limites que pensamos conhecer.»
Bear Grylls, cofundador da BecomingX
Organizada pela Boliden, em parceria com o Conselho Internacional de Mineração e Metais (ICMM) e a BecomingX, a maratona decorreu a 1 120 metros abaixo do nível do mar, numa das explorações mineiras mais antigas e avançadas do mundo. Os corredores completaram 11 voltas num percurso de 3,84 km através dos túneis mal iluminados de Garpenberg, percorrendo a distância total de 42,195 km da maratona em condições que poucos atletas alguma vez irão experimentar. As temperaturas rondavam os 30 °C, a humidade era elevada e os níveis de oxigénio eram mais baixos do que à superfície — um contraste gritante com os ambientes convencionais de maratona.
«Foi um privilégio acolher a maratona mais profunda do mundo numa mina em funcionamento que simboliza a exploração mineira moderna, segura e responsável», afirmou Mikael Staffas, presidente e diretor executivo da Boliden. «Este evento demonstra o que é possível alcançar quando a inovação, a segurança e o espírito humano se unem no subsolo.»
Uma estreia no mundo da mineração e uma estreia na história da maratona
O evento entrou para a história como a primeira maratona de 42 km de sempre disputada a um quilómetro de profundidade, estabelecendo oficialmente recordes mundiais tanto para a maratona mais profunda como para o evento desportivo organizado mais profundo. Embora o percurso tivesse sido cuidadosamente monitorizado e iluminado para garantir a segurança dos corredores, as condições continuaram a ser excepcionalmente desafiantes — passagens estreitas, inclinações acentuadas e escuridão constante tornaram cada volta numa provação tanto mental como física. Entre os 60 participantes contavam-se corredores profissionais, profissionais da indústria mineira e aventureiros de todo o mundo.A mineração e a resistência humana
A maratona subterrânea não foi apenas um marco desportivo, mas também uma plataforma para a divulgação de histórias e a filantropia. A iniciativa teve como objetivo angariar mais de 1 milhão de dólares para causas de caridade a nível mundial, ao mesmo tempo que destacava o papel da mineração na inovação, na segurança e no envolvimento com a comunidade.A mina de Garpenberg, da Boliden, revelou-se o local ideal. Sendo uma das minas mais antigas da Suécia — em funcionamento contínuo desde o século XIII —, conta hoje entre as operações subterrâneas mais avançadas tecnologicamente e mais seguras do mundo. Os seus modernos sistemas de ventilação, monitorização e comunicação permitiram a realização de um evento de grande escala sem interromper a produção mineira regular.
Para além da linha de chegada
O evento serviu também como uma oportunidade de relações públicas ousada para o setor mineiro, frequentemente visto como tradicional ou opaco. Ao convidar participantes de todo o mundo, transmitir ao vivo partes da corrida no subsolo e associar o desafio a temas mais amplos de resiliência e propósito, a Boliden e os seus parceiros transformaram uma mina em funcionamento num palco para a colaboração global.À medida que os corredores saíam do túnel profundo, cada passo representava mais do que uma conquista pessoal. Representava uma afirmação: que a indústria mineira atual é capaz de acolher um dos desafios desportivos mais difíceis nos ambientes mais exigentes — e, ainda assim, manter elevados padrões de segurança, supervisão e compromisso com a comunidade. Para os observadores do setor, isto oferece uma narrativa única: rara, dramática e simbólica de como a indústria mineira continua a evoluir.
Algumas das empresas representadas:
• Gold Fields• Kumba Iron Ore
• Glencore
• AngloGold Ashanti
• Hindustan Zinc
Entre os participantes contavam-se profissionais do setor mineiro, engenheiros e representantes de empresas. O evento foi patrocinado pela Teck, pelo World Gold Council e pela Hindustan Zinc.








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